sábado, 12 de outubro de 2019

basic study notes

Já falei desse vídeo nesse post. Vim trazer outros favoritos que ficaram guardados na minha pasta de capturas de tela.
suas notas de estudo são básicas, mas bonitinhas e super funcionais. Sinto que aos poucos tenho conseguido incorporar esse estilo nos meus cadernos e fica tão bonitinho!












segunda-feira, 7 de outubro de 2019

sapatilha da new order

queria esse sapatinho de novo <3

domingo, 6 de outubro de 2019

sdds

do meu converse all star deluxe charm que eu usei em 2011 pra ir ao colégio o ano inteiro :)

roupinha da Frannerd

Essa foto veio na primeira newsletter da We Are Nice Humans, da Frannerd. Amei como o look dela é simples, mas super estiloso. Adorei a t-shirt, com a saia preta e o tênis baixinho <3

Cozinha de The Big C

A coisa mais fofinha e tradicional em amarelo e azul, com luminárias de florzinha.

Jia Tolentino


Tem coisa mais elegante do que uma mulher em sua casa, sentada em seu sofá, perto de uma estante repleta de seus livros? Que artigo de luxo <3

Sapatilha Sandy Magia

Em 2006, com onze anos, eu tive a sapatilha Sandy Magia, da Grendene. Ela era maravilhosa. Tinha um estilo romântico, casual e meio esportivo. Essa pontinha mais curtinha era o que eu mais gostava, porque ela se destacava entre as outras apatilhas super fofinhas. Como eu estava entrando na adolescência, era tudo o que eu queria, ser menos infantil.
 
Eu usava ela toda hora! Com saia, vestido, calça... Além do mais as cores combinavam com tudo.

Queria muito essa sandália de novo :) Pelo menos alguma parecida, com esse estilo mais esportivo, e delicado ao mesmo tempo. Usaria muito pra ir na faculdade.

Meus livros favortios da adolescência

Na minha adolescência, quando tinha treze anos e estava no oitavo ano, estudei pela primeira vez numa escola que tinha biblioteca. Era minimamente organizada e decente o suficiente para podermos alugar livros. Como eu era tímida e nova na escola, passava os intervalos procurando coisas interessantes pra ler.

Foi nessa época que li alguns livros que me marcaram profundamente e que tiveram papel importante na formação da minha personalidade.

Fazendo essa lista percebi como a maioria dos livros eram relacionados a drogas e maus exemplos adolescentes. Não sei se era intencional, mas a biblioteca tinha poucos livros cor-de-rosa. Com treze anos eu já me sentia madura o suficiente pra entender aquelas histórias, pra tirar ensinamentos e ter algum senso crítico para não ficar muito impressionada.

Até hoje, são alguns dos meus livros favoritos para a vida inteira!

Depois Daquela Viagem (1997)
de Valéria Piassa Polizzi

Eu amei essa história. Primeiro achei sensacional saber da vida uma adolescente que foi sozinha para outro país. Segundo, achei a Valéria muito legal, achava muito legal o modo como ela via o mundo. Conforme ela foi crescendo e ficando mais experiente, fui achando ela mais legal ainda.
A história da Aids foi o background pra eu entender como é lidar com alguns problemas na vida que parecem irreversíveis, como é perceber que a vida continua quando pra muita gente parece que é o fim. Ah, e como é a sensação do arrependimento, o medo de lidar com a sociedade em situações assim.
Gostaria muito de ter na minha estante e ler novamente.

O Estudante (1975)
de Adelaide Carraro

Esse livro mexeu comigo. Era maluco demais pensar que uma família rica e perfeita poderia se destruir tanto e tão de repente. Achei uma leitura bem assustadora, porque o vício é mostrado de uma forma muito fantasmagórica, violenta, cruel e absurda. É uma história muito boa, não conseguia parar de ler, mas acho que não leria de novo.

A Droga da Obediência (1984)
de Pedro Bandeira

Que livro! Que história sensacional! Eu adorei! Li toda a série em pouquíssimo tempo e torcia para que o autor publicasse histórias novas. Adorava o mistério, as reviravoltas e todo o suspense.

Também queria essa coleção na minha estante.

Eu, Christiane F., Treze Anos, Drogada, Prostituída... (1978)
de Kai Hermann e Horst Rieck

Não sei se vi o filme ou o livro primeiro. Os dois me impactaram muito. Na verdade, não li esse livro na minha adolescência. Quando vi a capa quis muito ler, mas o livro era muito grande e a leitura muito complexa pro meu nível de quem ainda não tinha lido nada traduzido. Só fui ler de verdade com dezessete anos. Mas até lá eu já amava a Chris e de alguma maneira eu entendia que conhecer a história dela deveria ser um processo lento, não dava pra eu consumir tudo de uma vez.

Ano passado encontrei uma edição raríssima, novinha, e comprei. É um dos meus tesouros.

P.S. Beijei (2004)
de Adriana Falcão

Saindo do tema de drogas e adolescentes malucos, esse livro é a coisa mais fofa. Na verdade nem gosto tanto da história em si, mas do formato. O livro inteiro é composto por emails entre duas amigas e em um dado momento você sente que de fato está lendo os segredos de alguém.

Ainda terei ele na minha estante :)

domingo, 22 de setembro de 2019

Cadernos Muji

Assisti o vídeo study tips from a college graduate ;) time management, note taking, motivation, do canal "oh no nina", para ter inspirações para minhas notas de estudo. Ela mostra o caderno que ela usa, que é da Muji e custa 18 dólares. Bem caro. Mas bem lindo.
*não peguei o melhor ângulo dela, sorry nina*

- As folhas são em um tom mais amarelado que é bem confortável, por algum motivo.
- A capa é de papel reciclado, sem desenhos, super simples
- A cor do caderno fica na única tirinha lateral :)

A tirinha lateral me deu vontade de juntar todas as minhas anotações perdidas em um caderninho assim. Me senti tão genial tendo essa ideia :p

Esse design minimalista, reciclado e básico é tão inteligente que eu me pergunto qual a dificuldade que as outras marcas têm em fazer coisas normais. Sei que marcas como Cícero, Moleskine e Teca, aqui no Brasil, vendem esse estilo de caderno, mas por um preço estupidamente caro. Cadernos da Tilibra, por exemplo, que pagam Royalties pelo uso da imagem de personagens, cobram muito menos. Mas os cadernos são ridículos. Então vivo nesse impasse.

O problema nem é só a capa, mas o interior também. Porque é difícil encontrar cadernos que não tenha aquelas clássicas linhas azuis super grossas, escandalosas e nada agradáveis. O papel é BRANCO e nada confortável.
Ah... muitas reclamações de uma estudante que anota muito.

sábado, 21 de setembro de 2019

Homens, mulheres e filhos

Estou escrevendo esse post porque quero registrar minha percepção sobre essa leitura, uma vez que leio muito pouco e nossa memória nos engana demais.

Homens, Mulheres e Filhos foi escrito por Chad Kultgen, em 2011. Conta, basicamente, os segredos sexuais de um grupo de pessoas do subúrbio americano. Por ter a internet e a tecnologia como um dos focos principais, poderia ter ficado muito datado, mas não foi o caso. Embora as redes sociais tenham mudado muito, as pessoas usam a internet do mesmo jeito quando o assunto é exposição, sexo e perseguição.

Comprei esse livro na Bienal desse ano. É difícil encontrar algo realmente legal lá, porque são muitas pessoas, muitos livros e muita bagunça. Mas quase tudo custa 10,00. No site da Editora Record o livro custa 45,00. Fico triste em perceber que livros são um negócio muito arriscado, porque pode dar muito certo, ou pode ser um fiasco e ter que ser vendido por qualquer preço que não seja de graça. 10,00 é simbólico, sinceramente.
Escolhi ele por causa da capa. Tinha essa imagem salva no meu celular desde 2014 e nunca consegui encontrar sua verdadeira origem, mas sabia que era capa de algum filme. Fiquei impressionada ao saber, em casa, que o livro não era exatamente um romance. Mas fiquei feliz, porque a leitura é bem legal.

Sem dúvidas, não posso ser hipócrita, as cenas em que ele descreve as pessoas transando, misturando com o que elas pensam, são as mais interessantes. Todas as relações parecem uma espécie de jogo, nesses momentos especificamente parece muito mais. As pessoas brincam de esconder o que realmente pensam, o que realmente querem, o que realmente são. É interessante ver o sexo como algo, de certa forma, importante e banal, na mesma medida, de forma que todas as pessoas fazem isso pra alcançar qualquer outro objetivo além do simples prazer. Tanto os adolescentes quanto os adultos lidam com o sexo da mesma maneira, e isso é interessante, porque poucos parecem ter realmente aprendido algo.

As mais chatas são as cenas de jogos. São um saco, eu pulei todas e não perdi nada.

Lembro que quando estava no oitavo ano coisas similares aconteciam. Tinham os casaizinhos que todo mundo sabia que transava. Tinham as meninas loucas pra perderem a virgindade, as que já tinham perdido, os caras que estavam prontos pra ficar com todas, e as meninas que gostavam deles.

Essa proximidade com a realidade me fez pensar se estamos, de alguma maneira, fadados a passar por esses problemas. Não dá pra não se comparar e imaginar que, quem sabe, em algum momento, os casais ficam iguais ao Don e a Rachel. Imaginar que meus filhos, quem sabe, sejam de algum modo parecidos com a Hannah, a Brandy ou a Allison. Ou, se serei uma mãe como a Patrícia.

Recomendo muito. Não recomendo o filme.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

livros candidatos

Na minha cidade está surgindo um comércio estranho, que são stands de livros ruins por 10,00. Digo que são ruins porque é muito difícil encontrar coisas legais lá.
Mas adoro ficar vasculhando nesse locais, porque alguns livros maravilhosos podem ser renegados e não bem acolhidos pelo público e acabar nessas promoções. Ou, alguns livros são renomados e maravilhosos, mas ficaram pra trás. Então é bem possível encontrar coisas legais lá.
Esses foram os livros que eu julguei pela capa e tirei foto pra pesquisar melhor sobre eles depois:

Comprei o "Estética da Ginga", nesse mesmo dia, porque ele relaciona a formação das favelas cariocas com a obra do Hélio Oiticica. Lembrei da Amora. Outro que comprei, mas só depois de ter pesquisado, foi "A peculiar tristeza guardada em um bolo de limão", que foi recomendado na Rookie. Os outros não atiçaram muito meu interesse. O "Hausfrau" parece ser bom, mas não comprei.

Tenho alguns truques pra encontrar livros legais sem ter que julgar apenas pela capa
1. Livros traduzidos costumam ser bons, porque a editora não vai se dar o trabalho e o gasto de mandar traduzir algo que não seja um bom negócio. às vezes, ok.
2. Livros da Companhia das Letras.
3. Livros da Record, são, em geral, para adolescentes.
4. Livros da Casa da Palavra têm uma pegada mais artística
5. Livros com crítica do New Yorker são chics.
6. Livros com mais de uma edição, porque editora nenhuma publicaria um livro que não é legal mais de uma vez. às vezes, ok.

Não tenho muitos truques para livros brasileiros :(
Enfim, tem sido legal ficar procurando joias nesses locais :)